IMPOSTOS E EDUCAÇÃO

Vou fugir mais uma vez dos assuntos do blog, mas eu não conseguiria dormir direito se não aproveitasse a audiência gerada pelas profecias de 2012 (impressionante como isso dá ibope) pra divulgar esses dados:

Estamos às vésperas da recriação da CPMF. Tudo porque, segundo o governo, o Congresso votou uma lei orçamentária que aumenta os gastos com a saúde. E pra gastar mais com a saúde precisa de mais dinheiro, disse Lula! Simples matemática, na cabeça dos 60% da população que o reelegeria sem piscar pra um terceiro mandato. O que "escapa" ao Lula e ao "povo" é que o Brasil tem batido recordes de arrecadação, que há dinheiro de sobra até pra pagar a dívida externa, e até mesmo pra inventar um "fundo soberano" de financiamento pra dar uma ajudinha para metrô na Venezuela e ajudar Cuba. Outros projetos já contratados são o de ampliação do metrô de Santiago, do Chile (US$ 182 milhões); usina hidrelétrica de San Francisco, no Equador (R$ 243 milhões); Ruta 10, no Paraguai (R$ 77 milhões); usina hidrelétrica La Vueltosa, na Venezuela (US$ 120 milhões) e Linha 3 do Metrô de Caracas (U$ 107 milhões).', CAPTION, 'Saiba mais', STICKY);" onmouseout="nd();">investidores estrangeiros, ALÉM do fato de que nós, o povo, JÁ pagamos uma das maiores cargas tributárias DO MUNDO. Ou seja, pagamos ao governo como país de primeiro mundo, e recebemos dele um serviço de terceiro mundo. Pra onde vai esse dinheiro? O destino vemos diariamente na TV, nos sucessivos escândalos que acabam em pizza. Ou nos altos salários (e benefícios) dos políticos e assessores, que se matam de trabalhar, de terça a quarta, no Congresso.

No dia 25 de maio pelo menos 25 municípios gaúchos "comemoraram" o Dia da Liberdade de Impostos. A data marca, simbolicamente, quando o brasileiro deixa de pagar impostos. Se desde 1º de janeiro o cidadão trabalhasse exclusivamente para quitar tributos, em 2008 o faria por 148 dias — prazo que terminou em 25/05. Pra conscientizar o cidadão, foram sorteados produtos como TVs 32 polegadas Widescreen, que só em tributos adicionam R$ 1.000 ao preço final de CADA APARELHO. E foram vendidos itens com o preço SEM imposto. Vejam só:

Produto ------- Preço com imposto (R$) Preço sem imposto (R$)

Gasolina ------- 2,50 ------------------ 1,25

Cesta Básica --- 97,80 ----------------- 68,46

TV 20" --------- 439,00 ---------------- 259,00

Ford Ka -------- 21.625 ---------------- 13.100

Computador ----- 998,00 ---------------- 622,00



O que estamos reivindicando aqui? Que o brasileiro deixe de pagar produtos com impostos? Isso seria ingênuo. Desde a antiguidade que os governos se sustentam assim (Roma que o diga). Mas dêem uma BOA olhada na fatia abocanhada pelos impostos e pense: Você não devia merecer mais do governo?

Você tem segurança garantida pelo Estado? Você se sente seguro ao sair de casa?

Você tem saúde garantida pelo Estado? Paga plano de saúde?

Você tem educação garantida pelo Estado? Sua educação foi pública ou privada?

Você vê assistência aos desamparados vinda do Estado?

Tudo isso são OBRIGAÇÕES DO ESTADO, garantidas na Constituição.

Puxa, mas aí eu quero demais, não? Um país de dimensões continentais exige muito tempo e dinheiro pra corrigir distorções históricas, não? Certo... e estamos caminhando muito bem em direção ao progresso, com coisas como o aumento de 91% no salário dos deputados federais (que desencadeou um efeito cascata pra todos os outros cargos de políticos e de outros poderes), cartões corporativos e políticas que favorecem banqueiros, como manter a 6 bilhões de lucro LÍQUIDO em 2007, agradece.');" onmouseout="nd();">maior taxa de juros do mundo numa economia que JÁ é próspera com essa pedra nas costas, e que tem tudo pra decolar sem ela. Saneamento, educação, saúde? Iiihhh, não tem dinheiro... vamos precisar de um novo imposto pra isso...

Sei que muitos aqui não gostam quando enveredo pela política, especialmente pra falar do carismático Lula (começam logo as comparações com FHC). Mas "Sair da Matrix" (se isso é possível) envolve muito mais do que estar atento para o espiritual, ou para profecias ou catástrofes. Mais importante que se preocupar com a vinda dos OVNIs ou de Jesus é atentar para o que é feito de NOSSO País, do NOSSO povo, do que Deus confiou como NOSSA "casa" temporária. Todos nós, brasileiros, temos participação no futuro do Brasil, seja de forma voluntária ou omissa. Esse é o nosso karma coletivo, e não adianta apenas pagar seu imposto e achar que já fez tudo o que podia pelo Brasil, quando a maioria das pessoas ao seu redor ainda estão "anestesiadas" com tanta corrupção, e conformadas com o fato de que "tudo aqui é bagunçado mesmo, não adianta reclamar, vou anular meu voto", etc, etc.

Assistam MESMO o documentário de Michael Moore Sicko, que mostra que o descaso para com os direitos básicos do cidadão não é exclusividade só de países de 3º mundo, mas que também mostra que em muitos outros países o Estado FUNCIONA, amparando seus cidadãos GRATUITAMENTE. Na Inglaterra a pessoa que vai ao hospital recebe o atendimento e os medicamentos de graça, e ainda existe um guichê que lhe dá o dinheiro da passagem de volta pra casa, caso não tenha dinheiro. E lá a carga tributária é menor que a do Brasil. Na França há um doutor que vai de carro até sua casa, em casos de emergência. Quanto ele cobra? Nada. Saúde é um direito do cidadão, e ele JÁ paga isso nos impostos (que são maiores que os do Brasil, mas aqui o serviço até que é parecido, né?). Já os EUA gastam trilhões anualmente com bombas pra jogar no Iraque, mas o cidadão norte-americano não tem direito a um atendimento digno no sistema público de saúde (especialmente se for negro e pobre), tendo que se submeter (assim como nós) à ditadura dos planos privados de saúde. Então não é questão de dinheiro, e sim de VONTADE dos governantes e EDUCAÇÃO do povo em conscientizar-se e reivindicar seus direitos.

Novo filme do Batman: NÃO leve sua criança para o cinema

Os tempos mudaram. Os filmes de heróis também. Mas nenhum foi tão dramático e tão longe quanto esse novo Batman: O Cavaleiro das trevas. O título não podia ser mais perfeito (a não ser que fosse uma filmagem da HQ homônima), pois a estrutura do personagem finalmente delineou-se em sua forma final, que se deve totalmente a Frank Miller e sua premiada Graphic Novel. E o Coringa não poderia ficar de fora, e teve sua psique baseada em outra Graphic Novel consagrada, de autoria de Alan Moore: A piada mortal. Pode-se dizer que essas duas HQs definiram o estado da arte dos quadrinhos, nos anos 80, e não por acaso essas foram as únicas que guardei da minha infância, como memoriais físicos das "histórias que formaram meu caráter".

Bem que o pessoal falou nos comentário que eu tinha de fazer um post com esse filme. Voltei dele agora e já tava louco pra começar a escrever. E pensar que não estava empolgado pra ver... sabe, quando eu vi aquela moto e uma nova armadura no trailer pensei: f$#eu, já tão pensando em vender novos bonecos e acessórios pra criançada, mas graças a Deus esse filme DEFINITIVAMENTE não é pra criança (se essa notícia se espalhar, o que vai ter de muleque querendo ver Batman...). Enquanto a franquia Batman estiver com Christopher Nolan, ela estará em boas mãos. O cara foi diretor, produtor e roteirista, as três coisas que podem matar um bom filme, e se Batman desse errado, a culpa seria toda dele. Assim, os méritos também são todos dele, e é a ele que nós nerds devemos nos curvar e dizer: "obrigado por elevar os filmes de super-heróis ao nível das Graphic Novels".

O filme é extremamente violento (não graficamente, mas psicologicamente), perturbador, tenso, NÃO é politicamente correto (o que me lembrou os bons filmes outsiders, como Mad Max e Cães de aluguel). A atuação de Heath Ledger é perfeita, distanciando-se da imagem consagrada dos quadrinhos (e que Jack Nicholson fez maravilhosamente) e aproximando-se da insanidade do Coringa de "A piada mortal". Assim, ele não se torna um arlequim, e sim o pior que um palhaço pode evocar numa pessoa (o homem por trás da maquiagem). Infelizmente o perfeccionismo de Ledger o levou a lugares sombrios de sua mente, na preparação do personagem. De acordo com este site, "para se preparar, (Ledger) decidiu mudar drasticamente sua rotina. Visando ficar inteiramente longe da família e dos amigos para se concentrar no trabalho, mudou-se para um quarto de hotel. Foi lá que deu uma nova cara ao Coringa, mais sombria, mais maldosa, mudando sua postura e voz. Além de buscar inspiração no clássico Laranja Mecânica e no punk rocker Sid Vicious, Heath escreveu um "Diário do Coringa", com os pensamentos do vilão, além de uma compilação de material que a figura bizarra acharia "engraçado" (um exemplo delas é AIDS). O objetivo era se afundar na personalidade do monstruoso palhaço, e o ator conseguiu durante os quase sete meses de filmagens – o que foi ótimo, mas literalmente fatal. Talvez essa total entrega ao personagem tenha colaborado para levar Ledger a um lugar sombrio demais. Foi uma jornada estressante, e a energia dispensada ao Coringa o deixou esgotado. Em novembro de 2007, durante algumas entrevistas concedidas no lançamento de Não Estou Lá, Ledger parecia não estar bem de saúde, e confessou que havia passado a sofrer de ansiedade e insônia crônica, o que o levou a usar uma série de medicamentos pesados, prescritos por médicos. Deprimido, Heath entrara em um espiral de problemas psicológicos que três meses mais tarde culminaria em sua morte, por overdose acidental de remédios controlados."

Eu não lembro quando foi a última vez que fiquei tenso num cinema (acho que foi em O Exorcista), mas fiquei com esse filme. O Coringa é um personagem realmente imprevisível e mortal, e obviamente rouba o filme. Muitos vêem isso como uma crítica, o fato do Batman ter ficado em segundo plano, mas isso é o que acontece nos quadrinhos também. De certa forma, o Coringa É o Batman, e a equipe de marketing captou isso brilhantemente.

Mas isso é algo a ser desenvolvido mais abaixo, na - como diria o Jovem Nerd - ZONA DE SPOILERS!!!

Portanto, não continue a ler se não viu o filme.

O filme é uma grande viagem à mente do Batman. Tudo o que tornou Bruce Wayne no que ele é não poderia ser resumido no trauma de infância de ter seus pais assassinados. Se essa foi a tônica do primeiro filme do Batman (o de 1989), isso já começou a ficar meio de lado na refilmagem de Christopher Nolan, Batman Begins (2005). Mais do que o trauma, pessoas foram moldando o caráter do personagem, e isso o torna crível, REAL, HUMANO! O homem dentro da armadura nada mais é do que um personagem, uma caricatura, assim como o Bruce Wayne da sociedade também o é! E onde fica o espaço pra o ser humano Bruce? Isso foi insinuado, mas pouco explorado no primeiro filme e agora mergulhamos fundo nisso por 3 horas de duração (sem encheção de linguiça. Podia até ser maior um pouco). Já foi dito que o homem é produto do meio, e Bruce, mais do que muitos, é produto de Gotham, uma cidade mergulhada na corrupção, no cada um por si, na descrença das instituições e dos valores éticos e morais, muito parecida com um certo país de terceiro mundo. É Gotham o grande personagem do filme, e Batman (e o Coringa) são reflexos opostos (mas muito parecidos) desse meio.

O papel da sociedade é colocado em xeque pelo filme, e se por um lado ele nos mostra um Batman preocupado com a mensagem que está passando pra sociedade (caras fantasiados usando armas pra caçar bandidos) por outro fica claro que na sociedade temos um assassino em potencial dentro de cada um de nós. O que nos torna DE FATO um criminoso é apenas a falta de escrúpulos ou coragem. Todos nós já tivemos vontade de quebrar alguma coisa, dar um murro no chefe ou ter um tanque de guerra pra passar por cima do boyzinho atrapalhando o trânsito. Mas nós temos um freio que, na psicologia, se chama Superego. Temos o Id, que é a estrutura da personalidade original, básica e central do ser humano. Ele está representado pelos instintos mais básicos, como o prazer ou necessidades. O Ego é a parte que está em contato com a realidade externa, e desempenha a missão de obter controle sobre as exigências dos instintos, decidindo se elas devem ou não ser satisfeitas. E o Superego atua como um juiz ou censor sobre as atividades e pensamentos do Ego, é o depósito dos códigos morais, modelos de conduta e dos parâmetros que constituem as inibições da personalidade. Freud descreve três funções do Superego: consciência, auto-observação e formação de ideais. O Coringa seria o cara sem Superego, e, se brincar, sem muito Ego também.

Adoro a frase do Coringa, que diz "Não tenho planos. Eu sou como o cachorro correndo atrás do carro. Não saberia o que fazer se o alcançasse". É exatamente esse o papel dele, ser o catalisador da degeneração social, da inversão de papéis, nada mais. Ele não quer dominar o mundo, não quer dinheiro, nem fama. Só quer perturbar. Ele é o perfeito anarquista, o destruidor da ordem, sem procurar colocar outra no lugar. Ele é o louco da carta do Tarot. O homem sem limites. Mas o Batman também não conhece limites, e isso é dito por Bruce no filme. Batman é um justiceiro à margem da lei, à margem do pacto social, onde abdicamos da lei de Talião em favor da justiça representada pelo Estado. E o Coringa é um arruaceiro à margem da lei não só do Estado, como a do submundo do crime. E ele age no sentido de destruir os valores que norteiam o Superego coletivo, o pacto social que nos faz sociedade. E aí vemos o quão frágeis são as relações humanas. A cena dos barcos é antológica, merece entrar pra história do cinema por reunir tanta tensão, reflexão e mensagem. Com o Coringa diz, é um "experimento social" que mostra que quando o cidadão está com seus interesses em jogo, volta pro estado de natureza, do cada um por si, e "dane-se o outro". A farsa, a Matrix que é a sociedade, a civilização, desaparece como um passe de mágica, porque não está calcada em valores morais, e sim MEDO, coação. Se antes as sociedades se formavam em torno do Shamã, do mais sábio, hoje temos líderes que são eleitos por nos proporcionarem mais vantagens, mais esmola. Sociedades assim não subsistem se não houver coação, leis cada vez mais rigorosas, medo e violência crescentes que intimidem e façam o cidadão buscar a proteção do Estado, com sua violência "legítima". Esta discussão é válida para os EUA de Bush (sob o domínio do medo), mas mas válida ainda para o Brasil atual dos policiais que deviam nos proteger e que estão tão assustados quanto nós, só que eles têm uma arma e atiram sem saber em quem. Um país que precisa botar na cadeia a mulher que bebe 2 chopps pra que um alcóolatra irresponsável deixe de dirigir sem condições. Por que? Porque a EDUCAÇÃO falhou. A CONSCIENTIZAÇÃO falhou. Por que? Porque nunca houve uma cultura da educação no Brasil, da valorização do certo, do justo. Assim, o cachorro que morde o dono precisa ser amordaçado, e muitos pagam pelo erro de outros tantos. Voltando à cena do barco, o cidadão "respeitável" trazia toda uma bagagem de argumentos no sentido de livrar a própria pele, mas não quis assumir a responsabilidade na hora de apertar o botão. E o Coringa (novamente ele, com as melhores falas) disse algo como "é normal esperar que eu ataque policiais, faz parte do jogo. Mas quando eu ataco os interesses do cidadão, ele se desespera". Por que confrontos sangrentos entre policiais e bandidos devem ser "normais"? Por que devemos nos acostumar com a violência estampada diariamente nos jornais? Será que precisaremos de mais "Casos Isabela" e mais policiais matando crianças pra que alguém que toque de que o sistema está falido? De que vamos viver nos matando porque não fomos ensinados a conviver um com o outro, e que tudo o que sabemos fazer é tirar o corpo fora e evitar de sermos a próxima vítima? A lição do presidiário foi um tapa na cara não só das sociedades, como do papel do cidadão atuante que pode fazer toda a diferença.

Aí reside a tônica do filme, na figura do procurador Harvey Dent, o "Cavaleiro Branco", como era conhecido em Gotham. Ele é a figura do bem, sem máscaras, atuando dentro da Lei e da Ordem. Diante disso, Bruce percebe que o "caminho do Batman" é um caminho degenerado que só vai trazer mais violência e dor, embora funcione num certo nível. E no final se torna, assim, o "Cavaleiro Negro" (Dark Knight), a antítese do correto, do justo. Ele não se vê mais ser um exemplo, mas a cidade, no nível em que está, ainda precisa dele. O paralelo com nosso país é evidente, pois ainda precisamos do "herói" Capitão Nascimento, um avanço do "Trickster" Macunaíma , mas muito distante do arquétipo do Herói.

O RETORNO!

Procurarei tornar este blog uma extensão de meus pensamentos, que basicamente gravitam em torno de questões como:
O que é real?
Qual o nosso papel aqui na Terra?
Será que estou agindo corretamente, do ponto de vista espiritual?
Será que tudo o que acreditamos é uma farsa?
De onde viemos?
Pra onde vamos?
Será que lá tem Internet?
:)

Não sou tão careta quanto pareço. Nem tão culto. Não acredite em nada do que eu escrever. Acredite em você mesmo, e no seu coração. Ou, como disse Siddhartha Gautama, o Buda, há 2.600 anos atrás:

"Não acredite no que você ouviu;
Não acredite em tradições porque elas existem há muitas gerações;
Não acredite em algo porque é dito por muitos;
Não acredite meramente em afirmações escritas de sábios antigos;
Não acredite em conjecturas;
Não acredite em algo como verdade por força do hábito;
Não acredite meramente na autoridade de seus mestres e anciãos.
Somente após a observação e análise, e quando for de acordo com a razão e condutivo para o bem e benefício de todos, somente então aceite e viva para isso."

Ou se preferir Jesus, no Evangelho de Judas Tomé (O gêmeo) temos:

"Se seus líderes vos dizem: Vejam, o Reino está no céu, então saibam que os pássaros do céu os precederão, pois já vivem no céu.
Se lhes disserem: Está no mar, então o peixe os precederá pelo mesmo motivo.
Antes, descubram que o Reino está dentro de vocês, e também fora de vocês.
Apenas quando vocês se conhecerem, poderão ser conhecidos, e então compreenderão que todos vocês são filhos do Pai vivo.
Mas se vocês não conhecerem a si mesmos, então vocês vivem na pobreza e são a pobreza."

Ou ainda, se você for ateu, reconheça pelo menos a sabedoria Grega nas palavras escritas no pórtico do templo de Apolo, em Delfos:
Conhece a ti mesmo e conhecerás o universo (Gnothi Seauto)